domingo, 6 de novembro de 2016

Eletricidade Estática.

O risco no manuseio de líquidos ou combustíveis inflamáveis!




Mas afinal, como surge a eletricidade estática?

Para começar, dê uma olhada ao seu redor. Tudo o que você vê ― e até aquilo que não consegue enxergar, como o ar ― é composto por átomos. Nós, seres humanos, também não escapamos disso: somos um amontoado de átomos. E, grosso modo, podemos dizer que os átomos são formados por três partículas com cargas elétricas diferentes:
  • prótons, que possuem carga positiva;
  • elétrons, com carga negativa; e
  • nêutrons, que não possuem carga.
Prótons e nêutrons se concentram no núcleo do átomo e, normalmente, não saem de lá. Já os elétrons orbitam esse núcleo e possuem um pouco mais de liberdade, podendo, inclusive, mudar de um átomo para outro. Assim, quando um átomo perde elétrons, ele possui mais carga positiva do que negativa. E aquele que ganha elétrons acaba com mais carga negativa.
Alguns materiais, chamados de isolantes, não favorecem a movimentação de elétrons através deles, como o vidro, plástico ou tecido. Em contrapartida, os materiais chamados de condutores permitem que os elétrons passeiem livremente por eles. Esse é o caso dos metais, por exemplo.
Quando dois materiais isolantes diferentes são esfregados juntos, elétrons são transferidos de um material para o outro. Quanto mais tempo eles forem esfregados, mais elétrons serão transferidos e maior será a carga elétrica acumulada pelos objetos. A energia estática é o acúmulo dessas cargas nas superfícies dos objetos.

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